Hospital Santa Luzia
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CRM 24368/PE · RQE 3220
Sou oftalmologista em Recife, com formação em córnea, catarata e cirurgia refrativa pela UNICAMP e especialização pela UNIFESP. Toda avaliação que eu faço começa pelo seu histórico e pela sua rotina, porque é isso que define o que é possível nos seus olhos.
Vamos conversar sobre os seus olhosHospital Santa Luzia · Oftalmo RioMar
Tem gente que chega aqui depois de anos adiando. Tem gente que chega com medo, porque olho é a última coisa que alguém aceita arriscar. Tem quem venha empurrado por um filho preocupado. E tem quem chegue com uma dúvida pequena, dessas que o próprio paciente acha que nem valia a consulta.
Todos são recebidos do mesmo jeito. Eu escuto, examino e explico o que encontrei com o nome certo das coisas. Se a cirurgia for o melhor caminho para você, vai ficar claro por quê. Se não for, também.
Quase ninguém marca uma consulta de olho por prazer. Marca porque alguma coisa começou a incomodar e não passou.
Nada disso é frescura, e nada disso precisa virar rotina.
Alguns desses sinais se resolvem com colírio e orientação. Outros pedem um exame mais detalhado. Alguns são o começo de uma catarata ou de um pterígio que vale acompanhar de perto antes que avance. A única forma honesta de saber qual é o seu caso é olhando os seus olhos.
Quem vai cuidar dos seus olhos
Sou médica formada pela UPE e oftalmologista pela UNICAMP, uma das referências nacionais em residência médica na área.
Na UNICAMP fiz o fellow de córnea, catarata e cirurgia refrativa. Foi lá que aprendi a avaliar cada córnea como única, a trabalhar dentro das particularidades dela em vez de contra elas. Essa formação é o que me permite oferecer uma indicação cirúrgica honesta: saber quando operar, e também quando não operar.
Depois fui para a UNIFESP fazer mais uma especialização em córnea. A UNIFESP tem um dos centros de referência em doenças da superfície ocular mais respeitados do país, e essa etapa aprofundou meu olhar para condições que vão além do grau, dessas que muita gente passa anos carregando sem diagnóstico correto.
Sou membro da Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa, a ABCCR, entidade que reúne os cirurgiões refrativos com formação e atuação verificadas no país.
“Gosto muito do que faço. Acho que isso aparece no atendimento, e meus pacientes costumam perceber.”
Muitos me chamam de oculista. Óculos fazem parte da minha rotina, sim. Mas o que me move é ir além disso. Devolver nitidez para quem perdeu, operar com segurança quem estava com medo, e acompanhar de perto quem confiou os olhos dos seus pais, dos seus filhos, da sua família ao meu cuidado.
Atendo no Hospital Santa Luzia e no Oftalmo RioMar. A consulta começa sempre com escuta, porque o seu histórico importa tanto quanto o seu exame.
Dedicados a córnea, catarata e cirurgia refrativa, entre a formação nas referências do país e a rotina de consultório aqui em Recife.
Prefiro que esse número signifique repertório, e não velocidade: cada olho continua sendo avaliado como se fosse o primeiro.
O que eu faço
Abra o que interessa ao seu caso. Escrevi sem rodeio e sem promessa fora da realidade.
Para quem quer diminuir a dependência de óculos e lentes
A cirurgia refrativa corrige miopia, astigmatismo e hipermetropia agindo diretamente na córnea. Na maioria dos casos ela devolve autonomia no dia a dia: acordar e enxergar o relógio, entrar no mar sem cálculo, treinar sem o óculos escorregando.
Ela não serve para todo mundo, e essa é justamente a parte que exige avaliação. Grau ainda em mudança, córnea fina ou olho seco não tratado costumam adiar a indicação, às vezes por meses. Logo abaixo eu explico como o procedimento funciona por dentro.
Quando a visão foi ficando opaca aos poucos
Com o tempo o cristalino, que é a lente natural do olho, vai perdendo transparência. Essa opacidade é a catarata, e ela causa visão embaçada, sensibilidade à luz e dificuldade para ler, dirigir ou reconhecer rostos. É progressiva, e tem solução bem estabelecida.
A cirurgia remove a lente opacificada e implanta uma lente intraocular nova, escolhida a partir do seu grau e da sua rotina. É um dos procedimentos mais realizados da oftalmologia mundial, com recuperação rápida na maior parte dos casos.
Se você, ou alguém da sua família, está percebendo que a visão não está tão nítida quanto era, vale marcar uma avaliação. Quanto antes o diagnóstico, mais tranquilo o planejamento cirúrgico.
Aquela carne que cresce no canto do olho
O pterígio é uma membrana que cresce na parte branca do olho e pode avançar em direção à córnea. É comum em quem vive em clima quente e se expõe ao sol, ao vento e à poeira, que é o dia a dia de boa parte de quem mora em Recife. Ele causa irritação, vermelhidão e, nos quadros mais avançados, pode comprometer tanto a visão quanto a aparência do olho.
Quando a cirurgia é indicada, a membrana é removida com técnica cuidadosa. Na maioria dos casos utilizo enxerto conjuntival, que reduz as chances de o pterígio voltar e deixa um resultado mais natural. Eu levo a sério o que você vai ver no espelho depois.
Consulta de rotina, sintoma novo ou renovação do grau
Além das cirurgias, atendo em consulta completa para quem quer cuidar da saúde ocular com regularidade, seja para renovar o grau, investigar um sintoma como dor, vermelhidão ou visão turva, ou simplesmente fazer um check-up.
Numa consulta comigo você passa por:
Incômodo pequeno às vezes esconde questão que, tratada cedo, evita complicação séria. Não espere piorar para vir.
Como funciona
A cirurgia refrativa é um procedimento a laser que remodela a superfície da córnea para corrigir o grau. O laser retira uma camada microscópica de tecido, com precisão de micrômetros, e essa mudança de curvatura faz a luz passar a focar exatamente onde precisa para você enxergar nítido.
A anestesia é feita com colírio. Nenhuma injeção, nenhum ponto. Durante o procedimento você sente pressão, não dor. A recuperação, na grande maioria dos casos, já começa no dia seguinte.
Existem três técnicas principais em uso hoje, e a escolha entre elas depende do que o exame pré-operatório mostrar sobre:
É esse exame que determina qual técnica oferece o melhor resultado para você, e não para um paciente médio de estatística.
[[EQUIPAMENTO — confirmar com Dra. Elisa]]
Honestidade cirúrgica
Essa parte costuma surpreender quem chega decidido a operar.
Uma boa parte das pessoas que sentam na minha cadeira sai de lá sem data marcada, e isso faz parte do trabalho bem feito. O grau ainda pode estar mudando, e nesse caso operar agora significaria voltar a usar óculos depois. A córnea pode estar fina demais para uma técnica e adequada para outra. Um olho seco ou uma inflamação de pálpebra precisa ser tratado primeiro, para que a cirurgia aconteça com a segurança que ela merece.
Eu prefiro a conversa desconfortável hoje à correção de rota depois. Quem indica cirurgia para todo mundo não está avaliando ninguém.
A cirurgia refrativa costuma ser um procedimento particular, e eu prefiro falar de número olhando para o seu exame, em vez de jogar uma tabela genérica na tela. Catarata e pterígio são condições de saúde e seguem regra própria de cobertura, que vale conferir com o seu plano. Na avaliação a gente conversa sobre isso com calma, incluindo as formas de parcelamento, se fizer sentido para o seu caso.
Quem conta melhor do que eu como é ser paciente daqui são as pessoas que já passaram por isso.
“Sou paciente de Dra Elisa há quase 10 anos. Sou muito satisfeita com o seu atendimento. Por ser meticulosa e também zelosa, confio 100% nas suas conduções. Já realizei a cirurgia refrativa, foi um ganho de qualidade de vida maravilhoso! Cirurgia tranquila, com um pós operatório muito bom. Indico para todos! Já operou meus pais de catarata e também é a oftalmo das minhas filhas. Uma médica completa, da família inteira!”
“Dra. Elisa mudou minha qualidade de vida! Míope desde dos 08 anos, não enxergava nem os óculos na mesa de cabeceira! Há 4 anos fiz minha cirurgia refrativa com ela, e foi um sucesso! Rápida, precisa, competente e cuidadosa, Dra. Elisa fêz um trabalho de excelência! Sanou minha miopia e hoje às vésperas dos meus 41 anos não preciso de lentes corretivas!”
“Confio tanto na capacidade de Elisa que confiei meus dois tesouros, meu pai e minha mãe, aos cuidados dela. Ela já fez a cirurgia de catarata da minha mãe e em breve fará a do meu pai (que ainda não realizou pois com todo seu cuidado está tratando uma blefarite para que a cirurgia seja realizada com toda a segurança).”
“Elisa é detalhista, segura e tem um olhar muito atento, para além da oftalmologia. Cuidou de mim no meu pós operatório e deixo minha filha ao seu cuidado com o coração tranquilo de que terá um acompanhamento vigilante, responsável e cuidadoso.”
“Competente, cuidadosa e realista. Conduz de forma prática! Analisa a dinâmica de vida e o paciente. Maravilhosa!”
Resultados individuais podem variar, e é por isso que cada avaliação é feita caso a caso.
Se a sua dúvida não estiver aqui, traga na consulta. Pergunta nenhuma é boba.
Quem responde isso é o exame pré-operatório completo, não uma régua genérica. De forma geral, o que mais pesa é:
Quem tem grau alto, córnea muito fina ou alguma condição específica pode não ser candidato ao LASIK e ainda assim ser candidato ao PRK ou ao SMILE. A avaliação existe exatamente para isso: descobrir o que é possível no seu caso, com honestidade.
A cirurgia em si não dói. A anestesia é feita com colírio, sem injeção e sem ponto. Durante o procedimento você sente pressão.
No pós-operatório imediato é comum sentir ardência, lacrimejamento e sensibilidade à luz nas primeiras horas, principalmente no PRK, que tem recuperação um pouco mais lenta que o LASIK. Seguindo as orientações à risca, o desconforto é administrável e passageiro.
No LASIK a maioria dos pacientes enxerga bem já no dia seguinte e volta às atividades normais em 24 a 48 horas. Atividade aquática e esporte de contato ficam suspensos por um período maior, que eu determino na consulta.
No PRK a recuperação visual é mais gradual e a visão plena se estabiliza ao longo de semanas. Eu explico o plano de recuperação em detalhe antes da cirurgia, para você organizar a sua agenda sem susto.
A maioria dos planos classifica a cirurgia refrativa como procedimento eletivo e não cobre. Catarata e pterígio, por serem condições de saúde, têm regra diferente, e nesse caso vale confirmar diretamente com o seu plano.
Para a refrativa o caminho mais comum é o particular. Na avaliação a gente conversa sobre valores e, se fizer sentido, sobre parcelamento.
A cirurgia corrige o grau que você tem na data do procedimento. Ela não impede que o grau evolua depois, e é por isso que a indicação só acontece quando ele está estável há pelo menos um ano.
A grande maioria dos pacientes operados mantém independência de óculos por muitos anos. Com o envelhecimento natural do olho pode surgir a presbiopia, a dificuldade de leitura de perto, que é um processo diferente da miopia e tem tratamento próprio. Isso eu explico com clareza antes da cirurgia, para que a sua decisão seja inteiramente informada.
As três corrigem o grau por meio do laser na córnea, e diferem no modo como a córnea é acessada:
Qual delas é a sua, eu digo depois do exame. Nunca antes.
Onde eu atendo
Dois endereços, agenda para avaliação e para cirurgia.
Se você chegou até aqui, alguma coisa nos seus olhos está pedindo atenção. Pode ser o começo de uma catarata, pode ser um grau que nunca ficou bom, pode ser só um incômodo que você vem empurrando com a barriga há meses.
Marque a avaliação. A gente conversa, eu examino, e você sai com a resposta na mão. Vai saber o que tem, o que dá para fazer e qual o melhor momento de fazer. Sem pressa, e sem ninguém te empurrando para nada.
Quero marcar uma avaliação sem pressa